Postado em 05 de Julho de 2016 às 08h32

A realidade do abate animal no dia a dia da produção.

CleanTec do Brasil O portal feed&food mostrou na reportagem anterior da série Abate Humanitário as informações sobre como é realizado cada procedimento, em cada animal. Mas como essa questão é...

O portal feed&food mostrou na reportagem anterior da série Abate Humanitário as informações sobre como é realizado cada procedimento, em cada animal. Mas como essa questão é vista na prática, no dia a dia das associações e empresas?

“Não devemos nada aos outros países”. As palavras do diretor Executivo da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS, Estrela/RS), Nilo de Sá, ecoam a segurança que as associações brasileiras têm com relação ao tema. Segundo de Sá, o regimento proposto pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA, Brasília/DF) descreve as três possíveis formas de insensibilização (concussão cerebral, eletronarcose ou pelo uso de co2) que são seguidas à risca pelas agroindústrias e frigoríficos, tendo em vista que são fiscalizados rotineiramente pelos agentes federais e para garantir suas exportações, com as missões constantes ao País. “Mas, é claro, as tecnologias vão mudando, surgem novas formas, então temos que avaliar constantemente o que é praticado no resto do mundo para identificar novas tendências”, pontua. leia mais...

Veja também

Salmonelose suína29/12/15 A salmonelose também é conhecida como paratifo dos leitões. Quando os animais são acometidos apresentam pneumonia popularmente conhecida como batedeira. A salmonelose é infecciosa e acomete os animais entre cinco semanas a quatro meses. Os animais podem ser acometidos pela forma aguda da doença, com morte súbita ou acompanhada de enfraquecimento, dificuldade para......

Voltar para Notícias