Postado em 24 de Agosto de 2016 às 10h20

Aquicultura precisa de competitividade em preço e qualidade.

CleanTec do Brasil Apesar de possuir grande potencial aquicultor, o Brasil detém menos de 1% da produção mundial aquícola, quando, nas palavras da assessora Técnica da Comissão Nacional de Aquicultura da...

Apesar de possuir grande potencial aquicultor, o Brasil detém menos de 1% da produção mundial aquícola, quando, nas palavras da assessora Técnica da Comissão Nacional de Aquicultura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA, Brasília/DF), Lilian Figueiredo, poderia crescer em 104% e produzir, de maneira sustentável, 20 milhões de toneladas por ano. Os dados são baseados nas informações da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). “Precisamos aperfeiçoar toda a cadeia para que o preço e a disponibilidade do pescado brasileiro melhorem”, observa.
A FAO ainda divulga que o pescado é a proteína animal que vai alimentar o mundo. Atualmente, o setor aquícola movimenta US$ 600 bilhões de dólares e US$ 55 bilhões em exportações anuais, tem um mercado duas vezes maior do que o complexo soja, sete vezes maior do que o negócio de carne bovina, nove vezes maior do que o de carne de frango e 20% maior do que o de calçados. Leia mais...

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