Postado em 12 de Agosto de 2016 às 10h14

Genética é aposta dos pecuaristas para manter valorização do bezerro.

CleanTec do Brasil Os indicadores divulgados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea, Piracicaba/SP) apontam que, desde 2013, o valor por cabeça saltou de um pouco mais de R$ 850,00 para a casa dos R$ 1,3 mil,...

Os indicadores divulgados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea, Piracicaba/SP) apontam que, desde 2013, o valor por cabeça saltou de um pouco mais de R$ 850,00 para a casa dos R$ 1,3 mil, somando um acréscimo de mais de 50%. O abate de matrizes em anos anteriores também reforçou a queda na disponibilidade interna. Ainda segundo o indicador do Cepea, em maio de 2015, o bezerro nelore de 8 a 12 meses chegou à máxima (real) da série iniciada no ano de 2000, quando o indicador deflacionado foi de R$ 1.551,90, valor nunca visto anteriormente na pecuária nacional.
Um dos motivos considerados para o crescimento no valor do bezerro foi principalmente a falta de chuvas em diversas regiões produtoras no período, que prejudicou as pastagens e a engorda dos animais. Para manter este preço em alta, pecuaristas apostam no investimento em genética. O modelo de gestão com foco na cria vem chamando a atenção pela valorização e recorrente recorde nos preços. Leia mais...

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