Postado em 10 de Janeiro de 2017 às 09h29

Indústria avícola está otimista para 2017, com foco no status sanitário.

CleanTec do Brasil Com otimismo moderado, expectativa de abertura de novos mercados e um uma profunda preocupação com a ocorrência da influenza aviária no mundo, o presidente da Associação Catarinense de...

Com otimismo moderado, expectativa de abertura de novos mercados e um uma profunda preocupação com a ocorrência da influenza aviária no mundo, o presidente da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV, Florianópolis/SC), José Antônio Ribas Júnior, avalia os cenários brasileiro e mundial para a carne de frango.
O Estado barriga-verde tem mais de 17.000 suinocultores e avicultores produzindo num setor que emprega diretamente 105 mil pessoas e, indiretamente, mais de 220 mil trabalhadores com abate superior a 1 bilhão e 300 milhões de cabeças/ano. A avicultura brasileira se desenvolveu copiando o modelo de parceria produtor/indústria implantado em Santa Catarina a partir do início dos anos 1970. Ainda assim, a sanidade - que é diferencial - é mantida em estado de alerta para que esse cenário positivo não mude de face.
“Desde 2002 o mundo vive sob a ameaça da influenza aviária e certamente, hoje, a ameaça é maior. Mesmo que as agroindústrias e seus sistemas de produção tenham evoluído nas ações preventivas, e isso é fato no Brasil, a ameaça é crescente. A movimentação de pessoas no mundo é cada vez maior e temos mais países com casos positivos. Esses fatos por si só geram maior probabilidade de contato”, diz Ribas e completa que a crise financeira e política do País tiraram recursos dos serviços oficiais. Leia mais...

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